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Anuncios e Eventos

A FAEF organiza de 27 a 31 de janeiro um curso regional sobre a Mosca da Fruta. Para mais informações, contate : dcugala@gmail.com ou lauraajose@gmail.com

Bloco Informativo

  • Atenção: Aulas iniciam a 10 de Fevereiro para estudantes do 2o-4o anos e, a 17 de Fevereiro para estudantes do 1o ano e, (veja horários)
  • O Prof. Luis Artur e a Doutora Rosta Mate participam, de 20-25 de Janeiro, em Bangladesh, na conferência sobre gestão de Desastres e Mudanças Climáticas nos Países em Desenvolvimento. A FAEF é membro da rede das universidades dos países em desenvolvimento sobre Mudanças Climáticas -Least Developed Countries Universities Consortium on Climate Change (LUCCC) instituição que organiza o evento. Para mais informação veja panfleto
  • Atenção: faça um calendário com seu supervisor para garantir o progresso na sua dissertação
  • Já está disponível o calendário académico da FAEF

O CEAGRE é uma unidade da Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal (FAEF), da Universidade Eduardo Mondlane, vocacionada para a promoção do desenvolvimento agrário e económico, a gestão sustentável dos recursos naturais e a conservação do meio ambiente em Moçambique.

O CEAGRE contribui na definição de políticas agrárias, na busca de soluções técnico-científicas necessárias ao desenvolvimento agrário, na transferência de tecnologia e de inovações, assim como na melhoria da qualidade de vida das comunidades rurais, através da investigação aplicada, do ensino, formação e disseminação, e da consultoria.

INTRODUÇÃO
O objectivo geral do curso de Licenciatura em Engenharia Florestal, é o de formar um graduado licenciado com habilidades de trabalho na área de produção florestal, e uma preparação académica que lhe permita continuar os seus estudos a nível do mestrado (segundo ciclo).


PERFIL PROFISSIONAL
O graduado em Engenharia Florestal deve saber:

  1. Os conceitos fundamentais e os procedimentos metodológicos respeitantes a cada um dos temas definidos no perfil profissional;
  2. As técnicas de comunicação oral e escrita;
  3. Compreender e analisar criticamente diferentes tipos de informação referentes aos temas definidos no perfil profissional;
  4. Compreender a realidade moçambicana; e
  5. Raciocinar de uma maneira abstracta e lógica e apresentar argumentos bem fundamentados sobre os assuntos relacionados com os temas definidos no perfil profissional;


O graduado em Engenharia Florestal deve ainda saber fazer:

  1. A aplicação rigorosa de conhecimentos, conceitos fundamentais e procedimentos metodológicos na solução de problemas definidos no perfil profissional;
  2. Trabalhos em grupos e equipes multidisciplinares; e
  3. A recolha, análise, interpretação e descrição de informação quantitativa e qualitativa por meio de gráficos, tabelas, modelos, diagramas, esquemas ou outras formas de representação abstracta;


O graduado em Engenharia Florestal, deve também ser:

  1. Auto-confiante, empreendedor e disponível para trabalhar em equipe e partilhar experiências;
  2. Dedicado ao seu desenvolvimento profissional;
  3. Apto a gerir mudanças no seu local de trabalho e nas zonas rurais tomando iniciativas adequadas e assumir responsabilidades pelas suas opções;
  4. Possuidor de consciência científica, histórica e cultural sobre o mundo em geral e Moçambique em particular; e
  5. Capaz de formular juizos éticos informados e relevantes ao domínio da sua actuação profissional.

PERFIL OCUPACIONAL
O graduado em Engenharia Florestal poderá exercer funções nos seguintes sectores:

  1. Sector agrário público e privado;
  2. Instituições de educação agrária, de nível médio e superior;
  3. Instituições de investigação agrária;
  4. Agências de desenvolvimento (rural); e
  5. Organizações comunitárias nas zonas rurais,  incluindo organizações de  produtores.

FILOSOFIA DE FORMAÇÃO
Para garantir a formação de um graduado com as caraterísticas descritas no perfil do graduado,  os  métodos de ensino e avaliação enfatizam uma aprendizagem activa pelo estudante.

Sempre que for apropriado, e baseado nos objectivos de aprendizagem, os seguintes métodos de ensino serão utilizados:

  1. Aulas teóricas que realçam conceitos, o raciocínio e a compreensão e que também incluam tópicos relevantes e importantes para a vida profissional;
  2. Aulas práticas e laboratoriais que permitem ao estudante experimentar por si próprio, exercitar, raciocinar e apreender os métodos de “aprender”, de “fazer”, de “apresentar” e “analisar” o seu trabalho e que incentivam o trabalho em grupo e independente;
  3. Trabalho em grupos intencionalmente formados pelo docente, sempre que possível o docente poderá aplicar o método PBL (Problem Based Learning)  para orientar os estudantes na realização dos seus trabalhos em grupo;
  4. Seminários que permitam a prática da análise, da argumentação e apresentação das ideias, problemas e soluções e incentivam o trabalho em grupo e independente; e
  5. Actividades de campo, incluindo visitas de estudo às farmas, explorações florestais, e centros de investigação, que permitam ao estudante experimentar as actividades agrícolas e florestais, integrar o seu conhecimento no contexto da vida nas zonas rurais.


Com base na natureza da disciplina, pode ser usada a combinação dos seguintes métodos de avaliação:

  1. Testes escritos;
  2. Relatórios das aulas práticas e laboratoriais;
  3. Ensaios;
  4. Projectos apresentados oralmente ou por escrito;
  5. Participação e atitude nas actividades da disciplina; e
  6. Exames finais escritos, práticos ou orais.

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